sábado, 12 de janeiro de 2008




Quando me amei de verdade

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome...Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é...Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

Kim e Alison Mcmillen

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Eu sou.



Sou a Zaah, que acredita que também não é te amo. Que já riu, já brincou, já pulou, já gritou, mas também, já ficou triste, já sofreu, já chorou, assim como todos os outros seres humanos.
Sou aquela que adora doce. Que adora comer. Que adora seus amigos e famíliares.
Que sabe que Deus é tudo e que sem ele não somos nada.
Sou aquela que sente medo, que luta contra ele.
Sou aquela que todos querem perto . Que todos querem longe.
Aquela que segue em frente, aquela que desiste. A que aconselha. A que pede conselhos. A que ouve. A que fala. A que ignora e é ignorada.
Sou aquela que quando criança, dormia com a mão no coração para senti-lo. Aquela que já teve medo de perder sua mãe e que faltava na escola para protegê-la.
Sou a que ama, que odeia, que fala bem e mal. Aquela que não se arruma, a que não gosta, a que gosta.
Sou alguém que poderia ser melhor mas insiste em ser pior. Sou alguém que insiste que é pior, sendo que esse é o seu melhor.
Sou aquela que te olha e gosta. A que demora pra gostar. A que demora, a que vai rápido. A pontual, a atrasada.
A que cobra, a que deixa pra lá. A que não desiste e aquela que não abre mão.
Sou aquela que tem sonhos e objetivos. Aquela que quando está decidida, é quando tem mais dúvidas.
A que quer mas não quer. A que fala e não cumpre. A que marca e foje.
Sou aquela que assiste filme romantico para chorar. Filme de terror para sentir medo.
A que gosta, a que desgosta. A que quer mas não quer.
Sou aquela que adora música alta, a que pede para abaixarem o som. A teimosa. A obediente.
Sou aquela que quer voltar no tempo, a que quer que passe logo. Aquela que assiste desenho e odeia infantilidade.
Sou a ciumenta. A chorona. A que não se importa. A durona.
Sou aquela que tem medo de ET mesmo com 99% das pessoas dizendo que não existe. Eu acredito no 1%.
Sou aquela que acredita no amor.
Talvez eu seja o que você quer que eu seja, talvez seja totalmente o oposto. Talvez seja eu a pessoa que você procura. Talvez eu seja a menos indicada.
Posso ser essa ou aquela. Querer e desistir. Desistir e me arrepender.
Posso ser muita coisa. Mas também posso ser nada.
Posso ser perfeita pra você. Mas talvez pra o outro, eu não seja tudo isso que você diz e pensa.
Posso ser muito. Mas também posso ser pouco.
Sou diferente, igual a todo mundo, ninguém é igual, ninguém é melhor.
Tenho meus motivos e minhas razões. Pra você pode não ser nada, e pra mim ser tudo.
Nem sempre me entender é a melhor coisa a se fazer.
Não diga que não tenho motivos para isso e aquilo.
Talvez você pense que sabe de tudo, mas não sabe de nada.
Minha vida é Minha vida. E fora eu, a única pessa que pode falar por mim, é Deus.
Ele sabe mais de mim do que eu mesma.

Maísa Borghetti.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Lágrimas.?





Seria bom se fosse como deveria ser. Se você estivesse aqui, comigo. A realidade é triste, dói. E você nem se toca, nem faz nada. Será sempre assim?

As lágrimas escorrem pelo meu rosto como gotas de sangue. Uma mistura de amor, paixão, e ódio. São lágrimas que doem, que ardem. Me corrói por dentro. Que me destrói aos poucos. Por dentro, dói muito. Nunca senti tanto. Meu coração já virou cinzas. E as cinzas doem.
Amor pelo que sinto. Paixão por ser louca. Ódio por não te der. Junte tudo e não sentirá metade do que sinto.
Não é mentira, não é besteira. Só eu sinto, só eu sei.
Maísa Borghetti.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007



São apenas palavras, palavras ditas no momento errado.
São apenas dias, dias vazios, sem você ao meu lado.
São apenas pessoas, pessoas dizendo as mesmas coisas.
São apenas sentimentos, sentimentos que só eu sei como são.
São apenas, apenas algo que não consigo esperar.
São apenas momentos, momentos mal aproveitados.
São apenas oportunidades, oportunidades perdidas.
São apenas garotas, garotas que escrevem e ficam tristes.
Garotas que não entendem porque as coisas são assim.
Maísa Borghetti.

O que fazer para mudar isso?



Quando toca o telefone, corro para atender na esperança de que seja você. Ouço você me chamando o tempo todo. Vejo você em todos os lugares por onde passo, leio suas cartas, conto os minutos para poder te ver.
E nada é como deveria ser, as histórias se invertem. Quando está certo eu erro, quando eu acerto está errado. O que fazer para mudar isso?
Parece tão simples, mas sempre da errado. Te espero todos os dias, fico olhando pela janela para ver se você passa, e nada. Restam apenas lembranças de um tempo bom. Apenas lágrimas de um momento de dor. Não entendo mais nada, só eu sei o que sinto, o que penso. Às vezes tenho vontade de fazer alguma coisa, mas não tenho coragem, e se não der certo?
Só pioraria as coisas.
Mas, e se der certo?
É pois é. Falar é fácil, o difícil é agir, e mais difícil ainda, é agir certo. E nessas horas, ninguém pode me ajudar.
Maísa Borghetti.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Falar de mim.




Sinto medo. Faço escolhas. Erro. Choro. Sinto saudades. Sou normal, sou humano, feito de carne, osso, e movida por sentimentos. Sentimentos que às vezes desconheço. Por mais que não pareça, sou diferente por dentro, o que sinto só eu sei, só eu sinto, ninguém pode explicar, por mais que tentem, não conseguem. Dizem o que pensam, mas a realidade é outra. E só eu sei.
Os sentimentos são estranhos, não os entendo, não sei porque sentimos, é estranho, é tudo muito estranho.
Será que todos vêm a vida como eu vejo?
Estranha?
Às vezes até injusta?
Confesso que já pensei em fugir, correr, mas sei que isso só vai piorar.
Talvez a solução seja ficar sentada, olhando pela janela, analisando cada folha que cai, esperando a hora certa, o momento certo, o dia certo.
Maísa Borghetti.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Quero.

Quero te querer.
Quero ter você ao meu lado em todos os momentos.
Quero sentir meu coração ao sentir o seu toque.
Quero dividir contigo as minhas histórias, fantasias e sonhos.
Quero poder estar contigo.
Quero ver o teu sorriso.
Quero te fazer sorrir.
Quero viver feliz ao teu lado.
Quero que sejas feliz ao meu.
Quero poder te querer.
Quero querer te querer.
Será possivel conseguir querer tudo isso?
Maísa Borghetti.