sexta-feira, 30 de julho de 2010

Sinto medo do meu próprio espaço.



Borghetti, Maísa.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A tua falta não me entristece mais, estou quase te deletando da minha mente mesmo ouvindo dizer que esse não é o melhor caminho.
Você, que me acha tão menina, sente minha falta?
Lembra dos bons momentos que passamos, das vezes que conversamos até tarde?
Agora, com quem vou tirar minhas duvidas? Para quem você vai revelar as
respostas?
Eu te amei muito, hoje já não sei, não sei mesmo. Pode ser que lá na frente eu
me depare com uma situação parecida, pode ser que eu te entenda, mas no momento
peço para que me deixe, você me magoou, não foi justo e também não serei.

...



Borghetti, Maísa.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Por que às vezes é tão difícil suprir uma falta?
E mesmo sem parecer, afeta tanta coisa, tantos lados... Esse desanimo
que não vai embora, essa falta de vontade, a vontade de chorar o tempo
todo.
Por trás de cada sorriso meu, escondo uma lágrima, meus olhos revelam
o que realmente sinto.




Borghetti, Maísa.

domingo, 20 de junho de 2010


Eu não sei porque fiquei assim, não da eu não consigo entender. Mas é como se nada estivesse dando certo, como se eu estivesse presa em algo que me fará bem um dia, quero me sentir livre e ao mesmo tempo penso que não seria bom.
O passado não quer me deixar viver em paz, está sempre vindo à tona me lembrando de coisas que quero esquecer, deixar pra trás. Não é minha culpa não conseguir esquecer, não é minha culpa ter duvidas muita coisa aconteceu e estou perdida, não sei para que lado eu vou, qual é o melhor caminho para mim, para você, para nós.
Agora está tudo bem, mas não sei se fiz o certo.
Não gosto de me sentir assim, de não me importar com o que te entristece, de não saber o quanto te amo, e quando.

Essa tristeza me atormenta e me faz mal. O que eu mais quero é ser feliz.



Borghetti, Maísa.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Ritual - Cazuza


Pra que sonhar
A vida é tão desconhecida e mágica
Que dorme às vezes do teu lado
Calada
Calada

Pra que buscar o paraíso
Se até o poeta fecha o livro
Sente o perfume de uma flor no lixo
E fuxica
Fuxica

Tantas histórias de um grande amor perdido
Terras perdidas, precipícios
Faz sacrifícios, imola mil virgens
Uma por uma, milhares de dias

Ao mesmo Deus que ensina a prazo
Ao mais esperto e ao mais otário
Que o amor na prática é sempre ao contrário
Que o amor na prática é sempre ao contrário

Ah, pra que chorar
A vida é bela e cruel, despida
Tão desprevenida e exata
Que um dia acaba

sábado, 10 de outubro de 2009

FELIZ dia das crianças.


"Eu fico com a pureza da resposta das crianças, é a vida, é bonita e é bonita."


Criança vive e curte cada momento da vida sem pensar em nada, sem pensar se é o último ou não e acha graça em tudo, porque não tem maldade.


Desejo que as crianças sejam cada vez mais inteligentes, mas que nunca percam a pureza.
E que
nós, um pouco mais crescidos, nunca nos esqueçamos da criança que existe em nosso interior, vamos nos contagiar com essa pureza que trás tanta alegria.



Feliz dia das crianças.
Pequenas & grandes.



12 de Outubro de 2009



quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Eu com 6 anos de idade.



Eu estou feliz, mas algo me falta. E não é você, tenho a você e você tem a mim.
Talvez sejam os livros de poesias jogados no sofá lá fora, ou quem sabe a lousa pendurada na parede,
no quintal, onde aprendi a escrever, a soletrar, onde decorei o alfabeto.
Talvez o que me falte seja o medo de não passar de ano, ora, é apenas a primeira série.
Talvez o que me falte sejam os sonhos de criança, porque de repente, por mais que lutemos contra
e nossos pais digam que não, deixamos de ser crianças e passamos a nos preocupar de verdade
com o passar do tempo e em não repetir de ano, com as contas na lousa e as fórmulas decoradas.
Talvez o que me falte hoje, é aceitar que chega um momento na vida, que preciso correr com
minhas próprias pernas.
Por isso, quero lembrar da minha infância como algo bom que vivi, olhar as fotos e sorrir de alegria.
Sabe, esses dias senti saudades de uma coisa, ao ver de muitos, simples e até banal. Meu irmão
vai casar e fomos levar o convite do casamento dele para um velho e bom amigo, o Moreira, ele
tinha um barzinho perto da casa onde morávamos, quando eu tinha menos de 7 anos. Toda vez
que eu ia lá ele me dava um doce, ah como eu gostava de visitá-lo, não pelos doces, mas por ele.
E no caminho passamos em frente a um mercado onde meu pai ia aos domingos, eu odiava os domingos,
ele sempre me acordava cedo e me fazia ir com ele ao mercado, sempre questionava e dizia para
chamar meu irmão, mas não adiantava. Ah que saudade das manhãs de domingo, desde aquele
tempo que não sei o que é ir ao mercado com meu pai, nossos encontros são em casa, combinamos
de ir ao teatro, mas as compras do dia de domingo ficaram apenas na lembrança.
Talvez o que me falte é lembrar que tudo o que vivi foi bom e durou o tempo necessário e que nada
é eterno e igual.
Maísa Borghetti, com olhar de criança, Zazá.