terça-feira, 30 de outubro de 2007

Medo do amor, medo de amar.

Chorei.
Por medo eu chorei. Eu chorei de medo.
Medo de me apaixonar e sofrer.
Sofri. Sofri por medo.
Medo de chorar. Chorei de tanto sofrimento.
Meo coração partiu de tanta dor, meu coração doeu quando partiu.
E tudo isso aconteceu... Por medo.
Medo do amor. Medo de amar. De amar e chorar,sofrer, sentir dor.
Dor de amor, que dói no fundo do peito, uma dor que aperta o coração, que nos deixa louca, com vontade de morrer.
Amor, tudo isso é amor. Tudo isso, é medo do amor, medo de amar.


Maísa Borghetti.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Duvidas de um ser qualquer.

Será que.... Não, melhor nem pensar nisso.
Mas e se realmente for?
Ai que medo. Não sei mas sinto medo.
E se eu........ É melhor deixar tudo como está.
Mas seria tão.... IDIOTA, não seja idiota mais uma vez, você sabe como é, como foi e como vai ser, tira isso da cabeça. É, tira isso da cabeça, mas sabendo que tudo seria...... Seria ruim, péssimo.
Já posso sentir a dor, as lágrimas, o desespero. Melhor nem pensar, melhor deixar assim, como está.
Mas até quando será assim?
Até quando vou deixar como está?
Não seria melhor se eu ...... Não, não seria melhor.
O melhor é que eu espere pra ver o que acontece, é
isso, esperarei.... Em silêncio.
Não será tanto sacrifício já que eu guardo tanta coisa
para mim.
Vou fingir apenas que esqueci, que não ligo mais,
porém, ligando, e "por de baixo dos panos" fazendo
algo para acabar logo com isso.
É, farei isso.





Maísa Borghetti.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007



Novo post.
O que postar?

hsuahushau

Que tal algo do Gênio, dO Cara, do ilustreeeeeee. Charles Spencer Chaplin.


" Eu já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade , já vivi de amor e fiz juras eternas, quebrei a cara muitas vezes.
Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi. E ainda vivo. Não passo pela vida... E você também não deveria passar. Viva!!!
Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a VIDA é muito para ser insignificante."


sexta-feira, 12 de outubro de 2007


Oi.....( pra quem eu estou dizendo oi?), tudo bem? (que coisa ridícula.).Bom, estou aqui pra dizer...... Pra dizer nada, porque eu não tenho nada a dizer. Digamos que ninguém visita meu blog, ele é meio (como diz minha amiga) sem sal, sem açúcar, sem pimenta. Não tem coisas legais escritas, eu não escrevo mais como antigamente, (isso porque eu tenho 15 anos.). Mas é isso ai, como eu achei que seria. Será que um dia meu blog será visitado?
Bom, quando eu for famosa, com certeza. Mas isso é muita injustiça, porque as pessoas famosas têm mais atenção? São pessoas normais. "TIPO" (nunca escreva tipo, isso é feio.), eu estou aqui, dia 13 de Outubro (pensei um pouco antes de escrever que estamos em Outubro), exactamente às 01:00h da matina, escrevendo uma coisa tri sem noção. Digamos que, eu fique famosa, todos visitaram o meu blog. Hoje você pode estar lendo esse post (isso se tiver alguém lendo) e pensando. "Que garota SEM NOÇÃO." Mas se eu ficar famosa, com certeza muitas pessoas lerão isso e dirão, "kkk que garota engraçada." Injustiça não? Sim.... Mas é a vida, é bonita e é bonita.(Eu sempre falo isso, rsrsrsr).

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS.
Maísa Borghetti.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

=]


"Agente mata e vai preso, a morte mata e não vai"

Muita injustiça isso. Na minha opinião, a punição deveria ser a mesma.

hsuahasuhau

TomaLáDáCá.

Só de sacanagem.


Meu coração está aos pulos!

Quantas vezes minha esperança será posta à prova?

Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu, do nosso dinheiro que reservamos duramente para educar os meninos mais pobres que nós, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.

Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova?

Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?

É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.

Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva o lápis do coleguinha", "Esse apontador não é seu, minha filha". Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar.

Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará. Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar.

Só de sacanagem! Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo mundo rouba" e vou dizer: "Não importa, será esse o meu Carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau."

Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal". Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal. Eu repito, ouviram? Imortal! Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dar para mudar o final!


ELISA LUCINDA

sábado, 6 de outubro de 2007

Metade-Oswaldo Montenegro


Que a força do medo que tenho Não me impeça de ver o que anseio Que a morte de tudo em que acredito Não me tape os ouvidos e a boca Porque metade de mim é o que eu grito Mas a outra metade é silêncio. Que a música que ouço ao longe Seja linda ainda que tristeza Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada Mesmo que distante Porque metade de mim é partida Mas a outra metade é saudade. Que as palavras que falo Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor Apenas respeitadas Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimento Porque metade de mim é o que ouço Mas a outra metade é o que calo Que essa minha vontade de ir embora Se transforme na calma e na paz que eu mereço E que essa tensão que me corrói por dentro Seja um dia recompensada Porque metade de mim é o que penso E a outra metade um vulcão. Que o medo da solidão se afaste E que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso que eu me lembro ter dado na infância Porque metade de mim é a lembrança do que fui E a outra metade não sei Que não seja preciso mais que uma simples alegria Pra me fazer aquietar o espírito E que o teu silêncio me fale cada vez mais Porque metade de mim é abrigo Mas a outra metade é cansaço Que a arte nos aponte uma resposta Mesmo que ela não saiba E que ninguém a tente complicar Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer Porque metade de mim é platéia E a outra metade é a canção E que a minha loucura seja perdoada Porque metade de mim é amor E a outra metade também.